Por que ser uma Cidade Digital » Iniciativas internacionais

Portugal
Portugal reclama do governo pela internet

Ao ver um buraco em uma calçada, um estacionamento irregular, um lixo não recolhido, o que se faz? Em Portugal, a reclamação pode ser feita pela web, por meio do programa “Minha Rua”.
Trata-se de um projeto desenvolvido pela Agência para a Modernização Administrativa, do governo central português, em conjunto com 16 autarquias (prefeituras). No site, o cidadão preenche um formulário simples relatando o problema encontrado e anexa uma foto, caso a tenha.

 
Europa
Europa quer estabelecer metas de governo eletrônico para 2015

Ministros dos países que compõem a União Européia firmaram acordo no qual se comprometem a desenvolver mais serviços eletrônicos para cidadãos e empresas até 2015. Segundo os representantes de governo, reunidos na quinta Cúpula Ministerial sobre Governo Eletrônico, a criação de novos aplicativos é essencial para manter a comunidade competitiva, por gerar economia e agilidade.

 
Itália
Itália inicia estudos para plano nacional de banda larga

O governo italiano anunciou que terminou a primeira versão de seu plano nacional de banda larga, cujo objetivo é levar internet em alta velocidade a todo o seu território. O projeto deve começar a funcionar no início de 2010 e está orçado em 800 milhões de euros, vindos tanto do Estado quanto da iniciativa privada. A velocidade mínima a ser disponibilizada é de 2 Mbps.

 
Finlândia
País nórdico é o primeiro a declarar acesso a banda larga um direito universal

A Finlândia é o primeiro país a declarar o uso da banda larga, com velocidade mínima especificada, um bem comum, que deve estar disponível a todos. Em outubro, o governo finlandês aprovou uma lei que obriga as operadoras de telecomunicações a proverem conexões de ao menos 1 Mbps à totalidade de residências da nação até julho de 2010.

 
Inglaterra
Governo promete banda larga universal para 2010

O governo britânico pretende universalizar o acesso à banda larga até 2010. Para isso, serão usados recursos de um imposto para financiar as conexões rápidas à internet, além de uma fatia dos recursos que atualmente são destinados à empresa de mídia BBC. Cerca de R$ 634 milhões terão que ser gastos com a ampliação da cobertura para os 15% de domicílios sem acesso a banda larga de 2 megabits por segundo.

 
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