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Por que ser uma Cidade Digital » Experiências de sucesso
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Petrópolis/RJ
Uma cidade imperial e conectada
Uma das principais estratégias do Petrópolis Digital, desde o início, foi privilegiar a inserção de conteúdo na rede. Assim, desde 2002, está disponibilizada uma série de aplicativos e serviços via web. Além disso, o projeto contempla a interligação entre os órgãos estaduais, um sistema integrado de gestão, mais de 400 pontos de rede, quiosques de auto-atendimento para a população e cinco áreas públicas de acesso sem fio, livre e gratuito à internet. |
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Paraty/RJ
Pressa de futuro para preservar o passado
Candidata a patrimônio da humanidade, Paraty precisa investir em educação e infra-estrutura, incluindo comunicações. Entretanto, para manter seu conjunto arquitetônico, não pode instalar fiação nem cabos subterrâneos, que exigiriam obras e escavações em terreno tombado. A tecnologia wireless foi a solução encontrada pela administração municipal para conectar a cidade sem danificar sua riqueza histórica. |
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Campo Limpo Paulista/SP
Vocação para mudança: de dormitório a pólo tecnológico
Para evitar tornar-se apenas uma cidade-dormitório, a prefeitura de Campo Limpo Paulista, na região metropolitana de São Paulo, optou pelo caminho da educação em informática. O objetivo é transformar o município em um pólo de qualificação tecnológica. A instalação de infovia municipal, pontos públicos de acesso, VoIP e outras atividades e programas típicos de Cidades Digitais ficarão para uma etapa futura. |
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Tapira/ MG
Pequena, mas com acesso à internet para todos. E de graça.
O acesso universalizado e gratuito à internet em banda larga é o sonho de muitas cidades brasileiras, principalmente as maiores, que podem investir fortemente em tecnologia. Mas é a pequena Tapira, no oeste de Minas Gerais e a 400 quilômetros de Belo Horizonte, que se orgulha de ter sido a primeira no País a cumprir este feito. |
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Tarumã/SP
Uma cidade que praticamente nasceu digital
A história de Tarumã como Cidade Digital confunde-se, de certa forma, com o seu próprio nascimento. Localizada no oeste paulista, Tarumã emancipou-se de Assis em 1993, e nunca teve uma única máquina de escrever; apenas computadores. Seu projeto começou a ser posto em prática em 2001 e, hoje, 100% da população está cadastrada no sistema que é utilizado para integrar dados das áreas de saúde, assistência social e educação.
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