Por que ser uma Cidade Digital » Artigos

Comunidade
O que há na nova versão do Demoiselle

O framework Demoiselle está na versão 2.0, que, segundo o analista de desenvolvimento do Serpro Emerson Sachio Saito, tem mais leveza, reusabilidade, flexibilidade e extensibilidade. Para Saito, o grande diferencial do projeto é a própria comunidade formada em torno dele, que está se tornando um ambiente de colaboração mais eficiente com o aumento da participação dos interessados e oferecendo ferramentas e componentes a todos os interessados.

 
Mobilidade
Mobilidade Novas tecnologias tornam mais próxima relação entre governos e sociedade

Para Francisco Giacomini Soares, diretor de Relações Governamentais da Qualcomm, a tecnologia móvel está ampliando, consideravelmente, a capacidade dos governos de gerar benefícios e resultados diferenciados para os cidadãos, comunidades e empresas. Segundo ele, muitos países, que antes detinham uma infraestrutura de comunicações deficiente, agora, mostram experiências bem-sucedidas que transformam as relações dentro da sociedade. 

 
Por Fábio Roland, engenheiro elétrico
Estudo detalha projeto no município gaúcho de Dois Irmãos

Em estudo de caráter técnico, o engenheiro elétrico Fábio Roland descreve as características de um projeto de Cidade Digital no município de Dois Irmãos, no Rio Grande do Sul, com o uso da tecnologia GPON (Gigabit Passive Optical Network) em comparação com as tecnologias comumente utilizadas. Confira a íntegra do estudo e suas conclusões. 


 
Fernando Faria, diretor de Soluções de Governo, Educação e Saúde da Oracle para a América Latina
A tecnologia pode auxilar os governos e a população

Para Fernando Faria, diretor de Soluções de Governo, Educação e Saúde da Oracle para a América Latina, os governos podem inovar e dar um passo com o apoio das soluções de tecnologia de informação (TI) mais modernas, integradas e inteligentes, que permitem romper barreiras entre as diferentes áreas, tornar as operações mais eficientes e transparentes, reduzir custos e melhorar a comunicação com os cidadãos.

 

De computadores, tabletes e escolas

A professora Kátia Morosov Alonso, da UFMT, propõe uma reflexão sobre a autonomia no uso de computadores e tabletes nas instituições de ensino. Ela sugere “ouvirmos um pouco mais as escolas, seus problemas, olharmos melhor para uma organização que (...) se faz refratária a mudança não por opção, mas por consequência de gestões que exigem aquilo que elas não teriam como responder”.

 
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