Por que ser uma Cidade Digital » Artigos

Christopher Tucker
Mapas digitais podem fomentar a transparência

Por que os cidadãos, servidores públicos, tomadores de decisões políticas e até o próprio presidente dos Estados Unidos precisam ir a tantos portais de mapas para ver o que existe, sem o encontrar tudo o que buscam? No que chamo de ´where.gov´, poderíamos selecionar uma área de um mapa, escolher um período determinado e imediatamente descobrir tudo o que o governo sabe deste lugar.

 
António Bob dos Santos
Abrir a administração pública é um caminho para a modernização

Se há cinco anos Portugal ocupava o meio da tabela no que se refere à modernização dos serviços públicos, atualmente está numa posição de liderança, sendo um exemplo em governo eletrônico. A utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC), a reorganização dos serviços e uma visão articulada e sistêmica para a administração pública foram os facilitadores desse processo.

 
Luciano Costa
Massificação da banda larga: missão para as três esferas

É necessária uma ação coordenada entre municípios, Estados e União para que qualquer estratégia de massificação de banda larga tenha chance de dar certo. Para atingir tal objetivo, é preciso solucionar três questões fundamentais: a falta de um backbone nacional, que seria responsabilidade federal; a carga tributária, a ser suavizada pelos Estados; e a última milha, que precisaria da atuação dos municípios.

 
Marcus Rocha
Os muitos benefícios das Cidades Digitais

Os benefícios trazidos para os municípios que implantam projetos para se tornarem "Cidades Digitais" são inúmeros, principalmente quando se vai além da tecnologia. Eles têm a oportunidade de melhorar a gestão pública, não apenas proporcionando à população acesso à internet de qualidade, mas principalmente elevando o nível dos serviços prestados em várias áreas, além de fomentar o empreendedorismo e o desenvolvimento econômico.

 
Fábio Botelho Josgrilberg
Para além da Cidade Digital

A promessa de uma “cidade digital” é cada vez mais frequente. Mas é preciso evitar a sobredeterminação da visão tecnológica em favor de uma compreensão mais abrangente da cidade sonhada. Os editais públicos, com vistas ao desenvolvimento ou à operação de redes, devem estar atrelados a projetos claros de serviços, saúde, vigilância, educação, preservação ambiental, mobilidade, governo eletrônico – para citar alguns exemplos.

 
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