Por que ser uma Cidade Digital » Artigos

Por Eduardo Prado
A Internet das Coisas terá um papel fundamental nas Cidades Inteligentes

Algo está mudando na evolução das Cidades Inteligentes. E esse algo tem sido a Internet das Coisas (IoT). A IoT pode ter um papel importante, nos próximos anos, na ajuda aos governos e para as cidades. Um ponto fundamental são os sensores, no que diz respeito a monitorar o impacto ambiental, coletar informações sobre a qualidade do ar, esgotos e lixo, entre muitas outras aplicações e serviços.

 

Internet de Todas as Coisas pode trazer benefícios para Cidades Inteligentes

Segundo Jordi Botifoll, presidente da Cisco na América Latina, “cidades de todo o mundo estão destinadas a se tornarem algumas das maiores beneficiárias da Internet de Todas as Coisas”. Segundo ele, as “as tecnologias irão ajudar as cidades a alcançar maior crescimento econômico e melhorar a sustentabilidade ambiental, a segurança pública e a produtividade.”

 
Gargalos
Agilidade e transparência em compras e licitações públicas

José Vicente da Silva Vieira, analista de sistemas com especialização em gestão pública, questiona porque é tão difícil ser transparente e ágil nas aquisições. Indaga ainda se os gestores sabem identificar qual é o gargalo que amarra todos os procedimentos administrativos e se há a preocupação em ser claro o suficiente para possibilitar ao cidadão comum compreender melhor as rotinas do setor público.

 
Benefícios para os cidadãos
Big Data é oportunidade para o setor público

Para Fábio Elias, diretor da Oracle do Brasil, com a gestão do Big Data, os governos passam a ter condições mais favoráveis para unificar os sistemas, analisar melhor os dados, cruzar diferentes indicadores em diversos formatos para definir mais assertivamente seus objetivos e estratégias para aperfeiçoar o atendimento aos cidadãos e propiciar mais bem-estar à sociedade.  

 
Espaços comunitários
O telecentro virtual e o lado da demanda do desemprego

Ismael Peña-López, professor da Universidade Aberta da Catalunha e especialista em TICs para o desenvolvimento, propõe uma mudança na forma de encarar os telecentros, o que ajudaria a combater o desemprego. Para ele, pequenas empresas poderiam abrigar locais comunitários, os telecentros virtuais, que funcionariam como espaços de inovação para as companhias e de qualificação dos trabalhadores.

 
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