Mercado » Setor Público

Endereços urbanos e rurais
Ministério das Comunicações começa a discutir novo edital para conectar telecentros

O Ministério das Comunicações terá de abrir um processo de licitação para garantir conexões à internet para bibliotecas públicas e novos telecentros. A expectativa é de que um termo de referência comece a ser discutido ainda este ano, tendo em vista a contratação de aproximadamente 8,6 mil conexões. O Ministério tem mapeados cerca de 7,5 mil endereços urbanos e outros 1,1 mil rurais que precisam dos links.

 
Teste em 2011
PNBL: começa a definição dos aplicativos para a oferta de serviços

Ao longo desse mês de novembro, os responsáveis pelo Centro de Inovação e Computação em Nuvem, formado pelo Serpro, Dataprev, Telebrás, com suporte do Laboratório Nacional de Computação Cientifica (LNCC), vão ouvir os prefeitos das 100 cidades escolhidas para a primeira fase do Plano Nacional de Banda Larga. Eles vão escolher os dois aplicativos que vão dar a largada na proposta de oferta de serviços por demanda no Governo. A ideia é colocar um teste em prática já no começo de 2011.

 
Capilaridade em quase 58% dos municípios
Paraná sai na frente e é exemplo para Plano Nacional de Banda Larga

Quem quiser ter uma ideia do que deve se tornar o Plano Nacional de Banda Larga pode olhar para o Paraná. Lá, a Copel Telecomunicações, empresa criada pela empresa estadual de energia, já começou a vender acesso no atacado a provedores de acesso à internet, em moldes muito semelhantes ao que a Telebrás pretende fazer em âmbito nacional. A capilaridade já está em 230 dos 399 municípios do estado.

 
Polêmica
Empresas de telefonia discordam do estudo da UNCTAD

Em nota oficial, o sindicato das operadoras móveis e fixas do Brasil (SindTelebrasil) dá a entender que a pesquisa realizada pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD) e que apontou o país como tendo os preços da telefonia celular mais caro entre os países emergentes foi baseada em dados estatísticos imprecisos e não reflete o perfil médio de utilização do serviço no país.

 
Plano Nacional de Banda Larga
Telebrás reage às críticas contra a preferência por tecnologia nacional

O presidente da Telebrás, Rogério Santanna, reagiu às críticas de multinacionais que reclamam da preferência a empresas com tecnologia desenvolvida no Brasil nas compras da estatal para fazer funcionar a rede de fibras ópticas do Plano Nacional de Banda Larga. Santanna disse que foi “adotado o caminho de escolher equipamentos com a melhor relação custo/benefício.”

 
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