Mercado » Setor Público

Banda larga
Telebrás quer chip do Ceitec para a faixa de 450 MHz

O Ceitec, a empresa pública de semicondutores, começou a desenvolver um chip que usará a tecnologia WiMax na faixa de 450 MHz com foco no Plano Nacional de Banda Larga. A lógica é usar o poder de compra da Telebrás para incentivar os fabricantes nacionais a apostarem no chip e desenvolverem produtos para levar as conexões em banda larga para fora dos grandes centros urbanos.

 
Diretrizes
Governo Dilma mantém preferência ao software livre

Para normatizar o uso de software público na Administração, a Secretaria de Logística de TI (SLTI) do Ministério do Planejamento publicou no Diário Oficial da União a Instrução Normativa nº 1 na qual define uma série de diretrizes para a área. Entre as determinações, ganham destaque a proibição do uso de componentes, ferramentas e códigos fonte e utilitários proprietários e da dependência de um único fornecedor.

 
Situação de emergência
INPE terá dados de satélites internacionais para avaliar desastre no Rio de Janeiro

O International Charter Space and Major Disasters, que distribui dados orbitais para auxiliar países afetados por desastres naturais, fornecerá ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) imagens e informações de satélites que poderão ser utilizadas nos trabalhos de recuperação e prevenção na região serrana do Rio de Janeiro. As imagens serão entregues à Defesa Civil, usuária autorizada no Brasil.

 
Pesquisa
Ministério do Planejamento mapeia as 100 primeiras cidades

Enquanto a Telebrás prepara a infraestrutura do Plano Nacional de Banda Larga, o Ministério do Planejamento realiza uma pesquisa com as 100 primeiras cidades alvo para mapear a situação de cada uma em infraestrutura, se as prefeituras têm site ou acesso à internet e o uso de sistemas de gestão municipal. Até o momento, 56 prefeituras responderam à pesquisa e há grandes disparidades entre elas.

 
Técnicos e equipamentos
Empresas de satélite montam força-tarefa na Região Serrana do Rio

A tragédia que abateu Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis e cidades vizinhas mostrou a fragilidade de serviços de infraestrutura, como os de energia, água e telecomunicações. Para minimizar o problema, prestadoras de serviços de comunicação via satélite estão disponibilizando pessoal técnico e equipamentos para prover telefonia e transmissão de dados à Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro.

 
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