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Ideia surgiu de estudo com dados de 35 países, incluindo o Brasil
Ex-assessora de Bush e Obama sugere criar um ranking de segurança na internet

Nem mesmo os países mais avançados do mundo estão prontos para lidar com a variedade de crimes que existe na internet. Esta é uma das conclusões de estudo realizado por Melissa Hathaway, ex-chefe de segurança cibernética da Casa Branca nas administrações George W. Bush e Barack Obama e consultora sênior do projeto de Tecnologia, Segurança e Conflito na Ciberera da Universidade de Harvard. Melissa sugere a criação de um índice de preparação cibernética (CRI, na sigla em inglês), voltado para medir o quanto um país está preparado para combater o crime na rede mundial de computadores. “[O índice é] uma nova forma de examinar o problema da insegurança e é desenhado para fomentar a discussão internacional e inspirar o interesse global em lidar com a erosão econômica gerada pela ciberinsegurança”, diz Melissa ao Guia das Cidades Digitais.

 
Em expansão
Acessos em banda larga móvel ultrapassam 100 milhões em outubro

O número de acessos em banda larga chegou a 122,4 milhões em outubro deste ano, com um índice de 43% de crescimento frente a outubro de 2012. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), 37 milhões de novos acessos foram ativados nos últimos doze meses e em 2013 o ritmo de ativação está sendo de 1,4 nova conexão por segundo.

 
Apenas 6.000
Wi-Fi: Brasil soma apenas 0,71% dos hotspots públicos no mundo

O número de hotspots públicos no país cresce muito lentamente, segundo dados do portal Teleco. São apenas 6.000, número bem aquém de outros países onde a banda larga foi usada como fomento do desenvolvimento econômico. De acordo com o Teleco, hoje, apenas 795 municípios brasileiros têm Wi-Fi disponível para a população, inclusive, para a área rural, a mais carente de acesso aos serviços de telecomunicações.

 
Espaço de lazer, informação e, principalmente, pesquisas escolares
Pesquisa avalia inclusão digital em áreas rurais de São Paulo

Programas de inclusão digital instalados em áreas rurais aumentam a autoestima de moradores dessas localidades e servem como espaço de lazer, informação e, principalmente, pesquisas escolares. Essas são algumas das conclusões de uma pesquisa feita pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade de Campinas (Unicamp). Capitaneado pela cientista social Cátia Regina Muniz, o estudo analisou o impacto de telecentros do programa Acessa SP, do governo do estado, em dois assentamentos rurais e os comparou com outra iniciativa do gênero, os Centros Rurais de Inclusão Digital (Crid), do governo cearense. Nesta entrevista ao Guia das Cidades Digitais, a pesquisadora mostra que os telecentros são utilizados majoritariamente por jovens e crianças. O principal uso são pesquisas escolares, que chegam a sobrepujar o download de vídeos e os jogos. 

 
Crescimento de 54% entre 2013 e 2017
Eventos esportivos devem impulsionar crescimento da banda larga no Brasil

Segundo o estudo Barômetro Banda Larga 2.0, divulgado pela Cisco Brasil, as conexões de banda larga fixa e móvel devem ultrapassar 43,7 milhões em 2017, sem incluir M2M e navegação por smartphone e celular. O crescimento de 54,2% entre 2013 e 2017 deve ser causado pelo aumento do acesso a dados móveis, impulsionado pelos grandes eventos esportivos no país.

 
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