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IBGE: cresce acesso à internet pelo celular

O telefone celular passou a ser a segunda forma de acesso à internet mais comum do Brasil, mostra pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2013, divulgada recentemente. A principal ainda é o computador pessoal, ligado à banda larga fixa. Segundo os dados, quase metade das residências (48%) tinha acesso à rede mundial de computadores, percentual ainda bem abaixo da média europeia (próxima a 75%) e das Américas (56%). Delas, 88,4% tinham em desktops e laptops a forma de se conectar, e 53,6% utilizam também o celular. O tablet estava presente em 17,2% dos domicílios.  A representatividade dos aparelhos móveis aponta uma tendência de individualização do acesso. É a primeira vez que uma PNAD aponta residências que utilizam apenas redes móveis como forma de conexão à internet - 11,6%.

 
MCTI e União Europeia
Empresas devem adotar mais redes elétricas inteligentes, diz estudo

Os projetos de redes elétricas inteligentes (REI), que tornam mais eficiente a geração, a transmissão e a distribuição de eletricidade, tendem a se tornar cada vez mais numerosos e aprofundados no Brasil, diz recente estudo realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com a União Europeia. Este aumento deriva de maior demanda por controle da produção e da distribuição de energia, além de mudanças estruturais no setor. O documento, finalizado em novembro de 2014, mas divulgado em março pela pasta nacional, compila as principais iniciativas de constituição de smart grids no país e na Europa. Dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da Associação de Empresas Proprietárias de Infraestrutura e de Sistemas Privados de Telecomunicações (iAptel) citados mostram que há mais de 200 projetos em andamento sobre o tema. 

 
Internet das Coisas - Rio Wireless
Cidades digitais usarão mais de 1 bilhão de aparelhos conectados em 2015

As cidades inteligentes terão cada vez mais objetos conectados à internet em seu dia a dia, o que abrirá oportunidades de negócios não só de hardware, como de prestação de serviços. Só em 2015, mais de 1,1 bilhão de aparelhos estarão ligados à rede mundial de computadores. A previsão é que em 2020 este número seja quase nove vezes maior, chegando a 9,7 bilhões, com presença fortalecida em residências e edifícios comerciais. Os cálculos são da empresa de consultoria Gartner. Entre os objetos considerados pela Gartner estão uso de iluminação inteligente de LED, fechaduras inteligentes, sensores de movimento e gases. O destaque fica com o segmento de iluminação. Há hoje cerca de seis milhões de sistemas smart LED, mas o número deve crescer para 570 milhões até 2020. A Internet das Coisas, como é chamado esse movimento, é o tema principal da 15ª Rio Wireless, evento da Network Eventos que se realizará nos dias 6 e 7 de maio, no Rio de Janeiro.

 
Estudo do Banco Mundial
Pesquisa: voto online estimula a participação cidadã

Ao realizar votações pela internet, o poder público aumenta a participação de cidadãos em consultas populares. Esta é uma das conclusões de recente artigo publicado em uma revista do Banco Mundial. Ela reforça a tese de que a internet pode ser uma aliada no processo de construção da cidadania por trazer mais pessoas para o debate e estimular o engajamento em decisões governamentais. Estudando o processo do orçamento participativo do Rio Grande do Sul, Paolo Spada, da Universidade de British Columbia, Jonathan Mellon, da Universidade de Oxford, Tiago Peixoto, do Banco Mundial, e Fredrik Sjoberg, da Data-Pop Alliance, notaram uma alta de 8% no engajamento dos eleitores gaúchos. “O efeito geral nos níveis de participação é considerável”, apontam.

 
Cetic.br
Publicação analisa estado do governo eletrônico no Brasil

O Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) apresentou, no fim de fevereiro, uma publicação online que analisa os dados da pesquisa sobre o uso de TICs por órgãos públicos brasileiros. O estudo foi lançado em meados de 2014 e agora é acompanhado por um livro eletrônico composto por oito artigos, além de gráficos e tabelas.

 
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