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Estudo para a União Internacional de Telecomunicações
Investimentos em banda larga beneficiam mais os países pobres

Países em desenvolvimento como o Brasil têm mais a lucrar com o desenvolvimento da banda larga do que os mais desenvolvidos. Esta é uma das principais conclusões de recente relatório elaborado por um grupo de trabalho composto por especialistas, acadêmicos e empresários a pedido da União Internacional de Telecomunicações (UIT). O estudo defende a coordenação de esforços entre os setores público e privado.

 
Direitos para a área rural
Acesso à internet no campo ainda é questão em aberto, diz associação

Cerca de 29,8 milhões de brasileiros moram nas zonas rurais, segundo o Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e essa é uma população “grande demais para ser ignorada”, nas palavras de Rogério Calsavara, representante da Associação Brasileira de Telecomunicações Rurais (Abrater). Para Calsavara, a falta de conexões e os altos preços do acesso à internet no meio rural deixam uma grande demanda em potencial sem ser atendida. O Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) contribui para reverter esse quadro, pois “disponibilizará banda larga nas sedes dos municípios a preços mais acessíveis”, em especial no interior. Ao não contemplar especificamente as zonas rurais, no entanto, o PNBL deixa o problema “em aberto”, segundo ele.

 
Encomenda da Associação GSM América Latina
Estudo defende concessão imediata da faixa de 700 MHz

As operadoras de telefonia móvel aumentaram a pressão sobre o governo na disputa com as empresas de TV em relação ao uso do espectro na faixa de 700 MHz. Estudo encomendado pela Associação GSM América Latina compara os efeitos dos dois usos para indicar que a destinação imediata para a telefonia (voz e dados em banda larga) geraria mais benefícios econômicos e sociais.

 
Mais de 70 apoios institucionais
Entidades querem banda larga como serviço público

A campanha “Banda larga é um direito seu!” pretende mobilizar a sociedade para sensibilizar o governo sobre a importância de enquadrar o acesso à internet de alta velocidade como “serviço de telecomunicações em regime público”, nos termos da Lei Geral de Telecomunicações.

 
Rede aberta e acessível
Na ONU, entidades defendem direitos humanos como princípio de regulação da internet

Em reunião na Organização das Nações Unidas (ONU) realizada na Suécia, no final de março, foi lançado um documento pela proteção dos direitos humanos na internet. Elaborado pela Internet Rights and Principles (IRP), ele sustenta princípios como rede aberta, acessível a todos e com respeito ao anonimato e à privacidade de dados pessoais. O IRP é formado por governos, sociedade civil e empresas.

 
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