Como construir uma Cidade Digital » Tecnologias

Novo aparelho
Especialistas debatem uso do Ipad no governo eletrônico

No fim de janeiro, a Apple, empresa norte-americana de tecnologia, anunciou o Ipad. Projetado para modificar a forma como as pessoas encaram livros, jornais e revistas, o Ipad tem suscitado discussões sobre sua utilização para além da leitura. Uma delas aborda seu uso na seara do governo eletrônico. Há os que defendem que ele pode ter um impacto significativo nessa área, mas outros acreditam que o novo dispositivo nada mudará.

 
Ainda inovadora
Fibra ótica é opção viável para infovias municipais

Inventada em 1952, a fibra ótica revolucionou por representar uma nova e moderna forma de transmissão de dados. Hoje, ainda revoluciona. Desta vez, a mudança é na forma como pessoas e municípios se conectam à internet. Antes vista como cara e de difícil instalação, a fibra perdeu este estigma e vem se consolidando como opção viável e rápida de infovias municipais mais robustas e, ao mesmo tempo, mais duradouras. A chamada fiber to the home (FTTH), ou seja, fibra até a casa, vem tomando espaços nos projetos de Cidades Digitais.

 

IBM quer difundir o conceito de cidades inteligentes

"Cidades inteligentes" é o conceito em torno do qual a IBM vem trabalhando nos últimos anos. Mas bem que poderia se chamar "Cidades Digitais", dados os pontos comuns entre a estratégia da empresa e este modelo de desenvolvimento municipal que vem sendo cada vez mais adotado no Brasil. Dentro desse conceito, a IBM vem desenvolvendo soluções para cidades e Estados − não só para o setor governamental, mas também para todos os atores interessados em otimizar recursos com impacto na gestão pública. A estratégia está baseada em dispositivos conectados, integrados e que possam interagir entre si, com foco em sete grandes áreas: saúde, educação, transportes, segurança pública, utilidades (energia, água, etc.), serviços públicos e telecomunicações.

 

Fibra ótica também é um caminho possível

As redes óticas não vinham sendo a escolha mais comum dos projetos municipais de digitalização, e a tecnologia sem fio dominava as iniciativas. Mas o panorama começa a mudar, especialmente porque tem-se usado com frequência a infraestrutura já existente de postes de luz, gás ou telefonia para a passagem da fibra ótica, em substituição a dutos subterrâneos, de construção mais cara. Mesmo municípios de pequeno porte têm optado pela fibra ótica.

 

PLC é aprovado pela Aneel, mas implementação pode não ser tão simples

No último dia 25, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) emitiu seu regulamento sobre a transmissão de sinal de internet via rede elétrica − conhecida como Power Line Communications (PLC) −, quatro meses depois de a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ter publicado suas normas sobre o assunto. A Aneel permite o uso de redes elétricas para oferecimento de serviços de internet, desde que não interfiram na transmissão de eletricidade e sejam operados por uma empresa distinta, com permissão para realizar atividades de telecomunicações. Com isso, o caminho para o oferecimento de acesso à web via rede elétrica está pavimentado. Isto pode ser um estímulo para as Cidades Digitais, porém, a implementação não seria tão fácil quanto parece à primeira vista.

 
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