Como construir uma Cidade Digital » Gestão


Internet gratuita: iniciativas nos EUA

A discussão sobre como bancar o acesso gratuito de cidadãos à internet, tema abordado recentemente pelo Guia das Cidades Digitais, não é exclusividade do Brasil. Nos Estados Unidos, várias iniciativas foram ou estão sendo colocadas em prática, como receita gerada por anúncios, cobrança de taxas de valores pequenos ou cartões pré-pagos, mas  ninguém se arrisca a apontar uma solução definitiva.

 

Uma pedra no meio do caminho

Na hora de projetar uma Cidade Digital, muitos fatores precisam ser considerados. Topografia, preço, experiência dos profissionais, alcance do sinal e largura da banda são apenas alguns deles. A escolha e o estudo de todas as variáveis são fundamentais para o sucesso da iniciativa. Problemas de ordem técnica, física ou financeira podem ser superados por uma equipe interna bem preparada, consultoria externa ou uma dose de criatividade.

 

Internet gratuita para a população: sim ou não?

Quando se pensa em Cidade Digital, uma das primeiras coisas que vêm à cabeça é a imagem idealizada de um município com acesso universalizado da população à Internet, provido pelo poder público. A prática, no entanto, tem mais nuances do que essa imagem idealizada permite antever. Há diversas escolhas por parte dos governantes, e as polêmicas em torno do assunto são muitas. Há quem defenda irrestritamente o acesso livre, com as infovias municipais; quem considere que o estado não deve concorrer com a iniciativa privada e quem sugira uma fórmula para subsidiar apenas os que não podem pagar. O debate está na mesa, e a questão central é a sustentabilidade.

 

Licitações: como montar e o que pedir

Depois de tomar a decisão de implantar um projeto de Cidade Digital, a prefeitura se vê ante o desafio de montar a licitação para dar andamento ao processo. Que equipamentos pedir e o que considerar no edital? Quantas licitações fazer? Especialistas indicam ser imprescindível preparar, antes de tudo, o pré-projeto, e gastar o tempo que for preciso para que essa etapa seja bem feita, contratando consultorias independentes para ajudar a definir objetivos e características do projeto. Apontam também, como alternativa, a contratação da infovia como serviço, cuja licitação é mais simples.

 

PPPs ainda são pouco exploradas

Criadas para serem uma forma de aliviar o Estado da prestação de determinados serviços, as parcerias público-privadas (PPPs) permitem que um empreendedor privado exerça algum serviço público, tendo, para isso, de fazer os investimentos e planejamentos necessários. Regulamentadas no Brasil desde 2004, as PPPs ainda não foram, no entanto, utilizadas pelos projetos de Cidades Digitais.

 
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