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TICs ajudam a melhorar iniciativas na segurança pública
Empresas com foco no desenvolvimento de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) para a segurança passam a investir em soluções para o setor público. É o caso das empresas Segware e Seventh. O objetivo, segundo elas, é aumentar a eficácia no combate ao crime. O monitoramento de imagens de ruas ou de ambientes fechados e a instalação de sensores de presença em locais selecionados fazem parte dessas soluções.
Para Carlos Schwochow, diretor da Seventh, as administrações que investem em iniciativas que envolvem o uso das novas tecnologias em prol da segurança pública tendem a reduzir significativamente os gastos em pessoal e os riscos de morte. Além disso, garantem um aumento na eficácia do combate ao crime.
“Desenvolvemos sistemas para centrais de monitoramento de imagens. Contamos com várias cidades no Brasil monitoradas por câmeras integradas ao nosso sistema D-Guard Center. Esta solução é utilizada para diminuir a violência e aumentar a segurança dos cidadãos”, afirma.
Para que esse sistema opere, a administração deve investir em câmeras de segurança, a serem instaladas nos locais em que deseja realizar o monitoramento, e uma central, onde as imagens serão concentradas para observação. Schwochow acrescenta que a Seventh participa de todas as etapas dos projetos voltados para a segurança pública que utilizam suas soluções.
Outra empresa que constata que a segurança é palavra de ordem para as administrações públicas é a Segware. Ela fornece o Sigma, software de monitoramento de alarmes que permite aos municípios acompanhar, eletronicamente, locais como instituições de ensino e saúde, secretarias e centros administrativos, câmaras, praças e museus, entre outros ambientes.
“O monitoramento é realizado de forma simultânea, por meio de uma base central. Nesses locais podem ser implantados sensores de presença e câmeras de vigilância eletrônica para detectar, visualizar e gravar intrusões”, comenta Luiz Henrique Bonatti, diretor da Segware.
De acordo com ele, o sistema permite que o ponto monitorado seja localizado em um mapa do software, a fim de identificar viaturas mais próximas e otimizar tempo de deslocamento desses recursos. A mais nova versão do Sigma possui aplicativos para dispositivos móveis, integração com câmeras e produtos de rastreamento. “É possível prestar atendimento imediato através de soluções móveis para equipes em campo, com ou sem viaturas”, acrescenta.
Bonatti conta que o Sigma dispõe de módulos com recursos que visam o desdobramento das funções de controle, gerenciamento, operação e monitoramento. São gerados e visualizados relatórios exclusivos extraídos de um banco de dados voltado para inteligência da segurança.
“Essas informações são essenciais para a tomada de decisão em relação, por exemplo, à identificação de locais problemáticos e faixas de horários com alto fluxo de ocorrências. Dados comparativos entre determinados períodos possuem visualização gráfica e analítica no sistema”, completa.
Evento específico para o setor
Soluções como o Sigma e o D-Guard Center foram alguns dos produtos apresentados durante o 3º Security Show. Realizado nos dias 11 e 12 de novembro, o evento mostrou um panorama do mercado nacional e internacional em termos de segurança pública.
Estavam presentes 150 empresas, quase o dobro da edição de 2009, quando 80 companhias participaram do Security Show. Já o número de inscritos alcançou os 250, superando os 150 do ano anterior. Passaram pelo evento gerentes, diretores e tomadores de decisão do setor, além de integradores e distribuidores de todo o Brasil.
As empresas Seventh e Segware, organizadoras do 3º Security Show, comemoram esses resultados. “Preparamos palestras e apresentações especialmente voltadas para a área de segurança pública. Apresentamos o que há de mais moderno em soluções específicas para esta área e tecnologias de ponta”, afirma Bonatti, diretor da Segware.
“A Seventh já atende vários municípios e órgãos públicos com o monitoramento pelo sistema D-Guard Center. Com o Security Show 2010, nossas expectativas são aumentar ainda mais a sinergia entre a parte pública e privada e apresentar nossas soluções para este público”, conclui Schwochow.
Data: 25 de novembro de 2010
Autor: Gabriela Bittencourt