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Telefônica/Vivo oferece cloud computing para saúde pública

Aumento da acessibilidade, economia e efetividade, melhor aproveitamento dos recursos públicos e otimização da gestão. Segundo Katia Galvane, gerente de desenvolvimento de negócios e-Health Brasil da Telefônica/Vivo, esses são os principais benefícios das aplicações de cloud computing na saúde pública.

Tais soluções não demandam investimentos em equipamentos para garantir a capacidade computacional e possibilitar o armazenamento de dados. A administração pública que investe nesse tipo de projeto conta com infraestrutura fornecida por empresa especializada, acessando arquivos e programas remotamente.

Kátia comenta que a computação em nuvem na Saúde favorece a disponibilização os dados sobre os atendimentos. “Hoje, o mercado de saúde é centralizado, presencial e as informações são restritas à unidade em que o paciente é atendido. Se há mudança geográfica ou de prestador de serviços, não há acesso a históricos de saúde, demandando que o paciente busque tais informações ou refaça exames”, analisa.

Na prática, os projetos de computação em nuvem permitem que os profissionais da saúde consultem históricos e resultados de exames em qualquer local e de qualquer dispositivo. Os usuários dos serviços, por sua vez, podem consultá-los sem precisar se deslocar até as  unidades em que receberam atendimento.

“As soluções em cloud computing facilitam a disponibilização de históricos, laudos à distância, segunda opinião médica e prestação de serviços onde não há recursos disponíveis”, enumera a gerente da Telefônica/Vivo. “É possível melhorar a gestão da informação, reduzir custos e aumentar a acessibilidade e a interoperabilidade dos sistemas”, reforça.

Segundo ela, gestão de imagens médicas, prontuário eletrônico e ferramenta para aumento da produtividade de unidades móveis são os carros-chefes da empresa quando se trata da aplicação de cloud computing na saúde pública. O investimento depende dos objetivos para o projeto, que pode demandar desde experiência em gestão de saúde e envolvimento de engenheiros de telecomunicação à definição ou adaptação de infraestrutura.

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Data: 02 de dezembro de 2013
Autor: Gabriela Bittencourt

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