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Sistema Solar visa integrar e otimizar a gestão dos órgãos públicos
Proporcionar a integração entre os departamentos públicos, garantir a eficiência nos serviços e rotinas e promover a governança eletrônica. Esses são alguns objetivos do sistema Solar, desenvolvido pela Softplan/Poligraph, empresa de sistemas de gestão voltados para o poder público, com 20 anos de atuação no Brasil.
“O Solar propicia maior colaboração entre as áreas, já que as informações são integradas. Também gera celeridade nas atividades, evita o retrabalho e reduz a possibilidade de erros frente à forte conexão entre os aplicativos”, explica Alexandre de Souza, gerente de relacionamento do Solar.
Desenvolvido para atender especificamente aos órgãos públicos, o produto possibilita ainda melhor utilização dos recursos governamentais e uma administração financeira e orçamentária mais eficaz. “Ele informatiza a gestão de patrimônio, materiais, frotas de veículos públicos, processos administrativos e licitatórios e recursos humanos. Além disso, reduz custos, pois automatiza funções, padroniza processos e reduz drasticamente o uso de papel”, enumera.
A solução conta com módulos para gestão de recursos humanos e materiais e almoxarifado. O sistema dispõe ainda de funcionalidades como a Gestão Patrimonial, que gerencia tombamento, movimentação, reavaliação, depreciação e baixa de bens, garantindo todo o acompanhamento do patrimônio público.
Um dos recursos é a Gestão de Frotas. Com esse módulo, é possível programar manutenções preventivas e corretivas e controlar ou substituir peças e outros materiais. Dessa maneira, contribui para aumentar vida útil aos veículos e reduzir os custos de operação.
O Solar permite ainda que processos administrativos, correspondências e ofícios, incluindo tramitações, pareceres e históricos, sejam criados e movimentados eletronicamente. Também pode ser fornecido aplicativo que garante agilidade e transparência nas etapas do processo licitatório.
Outro módulo pode ser adquirido para dar suporte ao gerenciamento financeiro e orçamentário, administrando contratos e acompanhando montantes pagos e a dívida existente. Está prevista ainda customização que garante a gestão de receitas por meio da administração dos recolhimentos realizados pela instituição, entre outros aplicativos.
Souza argumenta que, enquanto o poder público se beneficia com os recursos voltados para uma melhor gestão, a população passa a dispor de um serviço transparente, ágil e econômico. Sem contar com a possibilidade de atendimentos via internet, que evita deslocamento até as unidades do governo e reduz filas.
“Os cidadãos ganham, em primeiro lugar, em transparência, pois os procedimentos são muito mais facilmente auditados. Eles ganham também em celeridade, já que os processos padronizados são realizados muito mais rapidamente. Ganham ainda em economia, porque o sistema reduz os custos do órgão apoiado pelo Estado, ou seja, os impostos”, detalha Souza.
A Softplan/Poligraph oferece todo o suporte necessário para a implantação do Solar. O projeto pode abranger customizações, instalação, treinamento de equipe, projeto piloto (com acompanhamento de técnicos por determinado período), suporte e manutenção, contando com perfil alocado no órgão que utilizará a solução.
“O projeto varia muito de cliente para cliente, de acordo com o tamanho da instituição e as exigências impostas. O investimento em infraestrutura depende do tamanho do município, de quantos servidores [computadores] serão necessários, quanta customização o órgão precisa e quantas pessoas vão operar o sistema, entre outros fatores”, acrescenta.
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Uso em Florianópolis
O Solar já está implantado em órgãos públicos em estados brasileiros. É o caso da prefeitura de Florianópolis (SC), que adquiriu aplicativo para gerenciamento eletrônico de documentos e controle do fluxo de trabalho.
De acordo com Carlos Roberto De Rolt, secretário de Governo de Florianópolis, o objetivo é melhorar os processos da gestão pública e aumentar a qualidade e quantidade de serviços online oferecidos. “As vantagens na agilidade, controle de gargalos, rastreamento dos processos, diminuição de custos com papel e na equidade no tratamento e trâmite são evidentes”, afirma.
No entanto, De Rolt comenta que a implantação do sistema também impõe desafios. “São eles, o mapeamento da situação atual dos processos, a proposição de uma nova modelagem, a capacitação das pessoas e as barreiras culturais enraizadas na sistemática antiga de tratar as demandas geradas pelos cidadãos. Temos mais de dois mil tipos de processos relacionados ao atendimento à população. Adotando uma estratégia gradual, estamos garantindo todos”, diz.
Apostando nas soluções de governo eletrônico, De Rolt conta que a prefeitura investirá cada vez mais na modernização de suas práticas e sistemas. “A sociedade de Florianópolis exige que o Governo passe a agregar valor ao processo produtivo através da qualidade dos serviços públicos. A aplicação das tecnologias da informação e da comunicação é um atalho para atender a esta demanda”, conclui.
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Data: 19 de novembro de 2010
Autor: Gabriela Bittencourt