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Gestão departamental de impressão reduz gastos públicos

O investimento em gestão de impressão departamental vem permitindo à Secretaria Estadual de Saúde (SES) de Pernambuco reduzir os gastos empregados na utilização e manutenção de equipamentos. Antes, cada área contava com suas máquinas e, hoje, um departamento controla todas as impressões, seja na sede, seja nas unidades. A implantação começou pelo prédio central do órgão.

A SES dispunha de 239 impressoras. Atualmente, são 85 operando de forma centralizada. Segundo Ivan Garcia, gerente de Informática da SES, foi possível reduzir o número de impressões desnecessárias e otimizar as licitações para a compra de recursos (como papéis e cartuchos) para os equipamentos funcionarem.

“Esse é um marco excepcional para a Secretaria. Há tempos buscávamos criar um padrão para impressão. Foi a nossa melhor opção, pois percebemos uma grande economia e temos capacidade de impressão maior e melhor”, pondera.

Com base na experiência, a SES agora leva esse serviço para hospitais sob sua administração. Das seis unidades, três já estão com a solução departamental de impressão operando, e outras três estão em processo de implantação dos recursos e preparação das equipes. “Há uma certa demora para conscientizar as pessoas, que, antes, contavam com uma impressora na sua mesa e, a partir de agora, deverão solicitar as impressões para o departamento”, comenta.

Para Garcia, a implantação desse serviço nos hospitais permitirá à SES melhor controle da utilização das impressoras. “Será possível saber quem imprime grandes volumes. Com isso, poderemos monitorar os setores, indo ao local para avaliar por que a impressão é alta”, comenta. “Os recursos do Estado são para uso de todos. E estamos otimizando-os para que todos possam usufruir deles”, afirma.

Serviços para a saúde pública

O serviço adotado pela SES de Pernambuco é fornecido pela Tecnoset, cujo negócio abrange a terceirização da impressão. De acordo com Ricardo Amaral, gerente comercial de Governo da empresa, a proposta é disponibilizar produtos que facilitem o atendimento dos pacientes, viabilizem melhor controle da área de farmácia e dos prontuários médicos e reduzam tempo e custos da administração da Saúde.

“As soluções são desenvolvidas através de um processo de identificação de necessidades e de ambientes no segmento hospitalar. E também requerem a preparação dos funcionários e usuários que vão operar essas ferramentas”, explica.

Amaral comenta que, como os serviços são customizados de acordo com as demandas das áreas públicas, não há um valor preciso para esse investimento. No entanto, ele garante que as soluções se convertem em maior eficácia e eficiência nas unidades de saúde.

“Os investimentos na saúde pública devem ser crescentes. Porém, entendemos que parte desse resultado positivo está ligada à gestão, controle e operação dos recursos disponibilizados”, diz.

“Implantamos soluções que permitem aos servidores voltarem todos os esforços para atender bem os pacientes. E a satisfação de todos, funcionários e cidadãos, é muito maior”, aposta.

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Data: 02 de junho de 2011
Autor: Gabriela Bittencourt

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