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Ferramenta gerencia conectores USB em Votuporanga (SP)

Em Votuporanga, cidade paulista a 537 quilômetros da capital e com cerca de 85 mil habitantes, a prefeitura instalou um software para gerenciar conectores USB, a fim de proteger os dados públicos. Há pouco mais de um ano, um módulo do sistema Makrolock de gestão da informação, desenvolvido pela empresa Makrosystems, foi implementado em toda a administração municipal.

“Nossa proposta é gerenciar o fluxo de informações e aumentar a segurança da nossa rede. E estes objetivos vêm sendo alcançados”, afirma Juny Figueredo, diretor da Divisão de Informática da Prefeitura de Votuporanga.

“Hoje, os dados da população estão mais seguros. Os computadores funcionam por mais tempo, sem paradas devido a vírus provenientes de pen drives, por exemplo. E isso se converte em melhor atendimento ao cidadão”, completa.

Figueredo comenta que a adoção do módulo de controle de dispositivos USB do sistema Makrolock não demandou grandes investimentos em infraestrutura. A administração já contava com um servidor [computador que controla vários computadores] para a instalação da ferramenta, tendo sido destinados aproximadamente R$ 3 mil para esse projeto.

Diretor-comercial da Makrosystems, José Milton Mendes explica que o investimento varia de acordo com o número de computadores que contarão com a solução. “Não é necessária infraestrutura especial. A administração pública pode utilizar a existente, pois o sistema ocupa pouco espaço em disco”, detalha.

Módulos do software

Desenvolvedora do Makrolock, a Makrosystems tem no sistema uma solução para os setores público e privado preservarem dados estratégicos e/ou confidenciais. O software conta com módulos como inventários de hardware e de software, monitoramentos de telas e de redes, controle de vazamento de informações e bloqueio ou gerenciamento de pen drive e modem 3G, entre outros dispositivos móveis.

A ideia é permitir aos gestores de segurança da informação bloquear acessos externos e internos à rede e cópia de dados por usuários não autorizados. Dessa forma, evita-se o desvio de informações sigilosas e permite-se a racionalização do uso de recursos de TI, proporcionando ainda redução de custos.

“Atualmente, a maioria das instituições está preocupada com a invasão de suas redes. Porém, não existem critérios para que funcionários ou prestadores de serviço que tenham acesso a elas copiem informações e publiquem-nas de forma a prejudicar a instituição”, opina Mendes.

No caso das administrações públicas, o diretor comercial comenta que, embora a transparência seja uma obrigação, há informações que devem ser protegidas. “Por exemplo, o vazamento do cadastro de contribuintes de uma instituição pode causar danos e transtornos tanto para a instituição quanto para o cidadão”, ilustra.

“A preservação de dados como esses é de suma importância. O Makrolock gerencia o acesso às informações, permitindo que os administradores de segurança da informação tenham a possibilidade de bloquear determinados acessos”, enfatiza Mendes.

Para saber mais sobre essa solução, acesse o site da empresa.

Data: 09 de janeiro de 2012
Autor: Gabriela Bittencourt

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