Instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana
Cidades Digitais podem ter financiamento previsto em plano diretor

A implantação não é necessariamente a parte mais trabalhosa e onerosa de um projeto de Cidade Digital, conforme demonstram as experiências em curso. O grande nó da questão é a manutenção da iniciativa, de uma forma financeiramente sustentável. Afinal, é preciso continuar pagando a infra-estrutura da rede, as conexões com o provedor de internet, a equipe técnica e outros gastos fixos. Como fazer isso sem que represente um rombo nas contas municipais, especialmente das cidades maiores, é uma questão ainda sem soluções definitivas. Uma possível resposta pode vir do plano diretor das cidades brasileiras, previsto na Constituição de 1988 e regulamentado pelo Estatuto das Cidades (Lei 10.257/2001). 

   

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Artigos

 

Como construir uma Cidade Digital

Menos custos, maior produtividade, simplificação de processos e de manutenção
Softwares do governo federal serão padronizados a partir de 2009

A partir de 2009, todos os softwares desenvolvidos para o governo federal terão que seguir a Demoiselle, plataforma que padroniza processos e códigos de sistemas. Desenvolvida pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e pela Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev), a Demoiselle passará a ser adotada em todas as novas contratações de desenvolvimento de programas. Ela foi idealizada para se alcançar padronização, redução da curva de aprendizagem, maior produtividade, simplificação dos processos e da manutenção, reutilização de códigos e, claro, redução de custos. O lançamento da plataforma foi feito durante o Free Software Rio, realizado na capital fluminense nos dias 8 e 9 de dezembro.



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