Pontos positivos: informações completas e avanços na disponibilização de dados
Pesquisa aponta que capitais não são transparentes na prestação de contas ao cidadão

Nenhuma capital brasileira tem prestação exemplar de contas ao cidadão. Na verdade, todas estão longe deste ideal. É o que mostra recente pesquisa feita pela ONG Inesc em parceria com o Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da Universidade de São Paulo (Gpopai- USP).  O estudo afirma que a maior parte das prefeituras não oferece informações atualizadas sobre receitas e despesas em seus sites, que o acesso aos dados não é universal e que há carência de dados primários. Por outro lado, diz que as informações são completas e aponta avanços na disponibilização de dados processáveis e em formato aberto. Os portais mais bem classificados foram os do Rio de Janeiro, São Luís e João Pessoa. O pior colocado foi o de Manaus.

 

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Por que ser uma Cidade Digital

 

Propostas são semelhantes
Candidatos à presidência não citam Cidades Digitais em programas

Os programas e as propostas de governos dos candidatos mais bem colocados nas pesquisas de opinião não mencionam iniciativas de Cidades Digitais e são superficiais em relação ao uso de novas tecnologias na administração pública. O Guia das Cidades Digitais buscou, nos programas de governo protocolados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), propostas relativas à implementação de programas de modernização de prefeituras, disponibilização de acesso à internet para a população e iniciativas de governo eletrônico e encontrou apenas ideias gerais, sem uma proposta específica para o setor. De forma geral, as propostas são semelhantes. Os candidatos prometem utilizar as tecnologias da informação e da comunicação (TICs) para tornar a administração pública mais eficiente e defendem a ampliação do acesso à internet, com preços mais baixos e maior velocidade.

Palestras, painéis e apresentação de cases
Marco Civil da Internet foi tema central do IT Security Executive Meeting

Para debater a segurança da informação, no dia 5 de agosto, a capital federal recebeu o IT Security Executive Meeting. Durante o evento, organizado pela Network Eventos, convidados da iniciativa privada e do poder público participaram de palestras e painéis. Houve também a apresentação de cases internacionais. Carlos Calazans, diretor-geral da Network Eventos, explica que o Marco Civil da Internet, aprovado pelo Senado Federal em 22 de abril, foi o tema central. “O evento analisou a lei sob todos os aspectos, como a segurança da informação, o direito à privacidade e a neutralidade de rede. Os convidados também avaliaram os impactos do Marco Civil para a sociedade e as esferas pública e privada”, afirma. 



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