Arena NET mundial Participa.br
Velocidade, preço e serviços são prioridades para internautas

A qualidade dos serviços e as práticas das operadoras e provedores são as preocupações da maioria dos internautas que fizeram suas contribuições à Arena Net, uma consulta pública aberta pela Secretaria-Geral da Presidência da República, para compor uma Carta Proposta aos coordenadores e participantes do Arena NET mundial Participa.br. A neutralidade da rede também aparece em várias manifestações, abordada tanto como princípio quanto como direito do consumidor. A coleta de contribuições fica aberta até o 17 de abril. Os autores das 15 ideias mais priorizadas poderão participar do grupo brasileiro no NET Mundial e debater suas sugestões com especialistas internacionais. O Arena NET mundial Participa.br acontece de 22 a 24 de abril, em São Paulo, e é organizada pela Secretaria-Geral da Presidência da República em parceria com a Prefeitura do Município de São Paulo e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).

Projetos devem ser pensados de forma estratégica
Cidades digitais são política social, diz pesquisador

Especialista em cidades digitais, com anos de pesquisa sobre o tema, incluindo um pós-doutorado na Universidade de DePaul, em Chicago (EUA), Denis Alcides Rezende tem um olhar claro sobre este tipo de iniciativa. Para ele, os projetos de “digitalização” dos municípios devem ser pensados de forma estratégica, com planejamento e participação do setor privado, da sociedade civil organizada e dos cidadãos. “É um projeto com base nas estratégias da cidade”, afirma. Em entrevista ao Guia das Cidades Digitais, Rezende, que participará da Rio Wireless/ Rio Smart Cities, marcada para  12 e 13 de maio, no Rio de Janeiro, fala sobre os conceitos que cercam as cidades digitais e as formas de implementá-los. Certo de que um município não pode se definir como digital apenas por oferecer acesso à Internet, ele afirma que a grande maioria das prefeituras brasileiras não implementa a ideia em sua totalidade. Para ele, é preciso buscar inspiração em países europeus, nos EUA e até na América Latina para melhorar o desempenho dos programas de inclusão digital e modernização pública. O foco, segundo o professor, deve estar na efetividade e não na política.

 

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Economia na conta de eletricidade pode chegar até 50%
Sensores de movimento reduzem custos com iluminação pública

A cena é tão cotidiana que passa despercebida pela maioria das pessoas. A luz natural diminui, os postes se acendem e as ruas ficam iluminadas. Mas mesmo quando não há mais movimento nas ruas, as lâmpadas continuam funcionando a pleno vapor, desperdiçando eletricidade. O impacto dessa iluminação para ninguém é sentido no bolso das prefeituras de todo o mundo. Milhões são gastos com eletricidade todo ano, mas pouco a pouco surgem meios de diminuir essa conta com o uso de novas tecnologias. Algumas cidades estão investindo em sistemas de iluminação pública baseados em sensores de movimento. De acordo com o movimento nas vias, as lâmpadas iluminam com mais ou menos intensidade. Esta oscilação permite uma economia de até 50% na conta de eletricidade e de 80% no uso de luz, de acordo com a empresa holandesa Tvilight, uma das pioneiras nesse mercado. 

Ministério das Comunicações investirá R$ 3,2 milhões na iniciativa até 2015
Governo dá novo gás ao programa de recondicionamento de computadores

 

No fim de janeiro, o Ministério das Comunicações (MiniCom) anunciou a renovação do programa Centro de Recondicionamento de Computadores (CRCs). O investimento, de R$ 3,2 milhões em cinco unidades, dá novo gás à iniciativa, que completa dez anos de concepção. Uma das novidades para 2014 são convênios com as prefeituras de Curitiba e João Pessoa, que instalarão CRCs em áreas de baixa renda das cidades. Até o ano passado, apenas organizações da sociedade civil e empresas públicas de informática geriam os centros, que reformam computadores para serem doados a escolas, postos de saúde e entidades não governamentais. “Com o objetivo de ampliar a abrangência do programa, o MiniCom começou a implantar agora um modelo de parcerias com os poderes públicos, no qual estados e prefeituras possam contribuir com a expansão e a interiorização dos CRCs. Por enquanto, é um projeto piloto, em que vamos verificar a viabilidade dessas novas parcerias. Em caso positivo, vamos utilizá-las para ampliar a estrutura do programa”, afirmou ao Guia das Cidades Digitais Diego Aguilera, Coordenador-Geral de Formação da pasta.

 



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