Consultoria prevê que montante mais que triplicará em relação ao alocado em 2014
Investimentos anuais em “smart cities” podem chegar a US$ 27,5 bilhões em 2023

Os investimentos em infraestrutura para montagem de cidades “smart cities”, ou cidades inteligentes, em todo o mundo podem chegar a US$ 27,5 bilhões em 2023, o triplo em relação aos US$ 8,8 bilhões projetados para 2014. Os dados são de relatório publicado em meados de julho pela consultoria Navigate Research e mostram um crescimento anual de 13,5%, que deve totalizar US$ 174 bilhões no período de dez anos. Segundo o estudo, a maior parte da demanda virá da Ásia. Em 2023, a expansão das grandes cidades do continente e a exigência de mais e melhores serviços devem fazer com que os investimentos em tecnologias ligadas às cidades inteligentes alcancem US$ 11,3 bilhões ao ano na região. Segundo as Nações Unidas, o número de pessoas vivendo em cidades crescerá de 3,6 bilhões para 6,3 bilhões entre 2010 e 2050. Europa e América do Norte virão logo atrás no montante investido. 

 

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Como construir uma Cidade Digital

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Organização das Nações Unidas
Brasil sobe duas posições em ranking de e-gov

Mesmo que lentamente, o Brasil tem melhorado seus indicadores de governo eletrônico e de participação política pela internet. É o que mostra o índice de desenvolvimento de e-gov das Nações Unidas, lançado no início de julho. O indicadorda ONU, publicado a cada dois anos, põe o Brasil na 57a posição de melhores serviços de governo eletrônico, duas posições acima da última pesquisa. O estudo também coloca o país na 24a colocação entre os com maior participação política pela rede mundial de computadores, sete a mais que em 2012.No índice de governo eletrônico, o Brasil obteve 0,6008 ponto, numa escala em que quanto mais perto de um, melhor posicionado está o país. Para efeito de comparação, a Coreia do Sul lidera o ranking com 0,9462. A pontuação considera basicamente indicadores quantitativos de capital humano, infraestrutura de telecomunicações e serviços públicos online.

Rede de Distribuição de Conteúdo (CDN)
MiniCom propõe “logística” para garantir performance e disponibilidade a serviços digitais

A Secretaria-Executiva do Ministério das Comunicações e a Rede Nacional de Pesquisa (RNP) acabam de sistematizar uma proposta para a construção de uma rede de distribuição de conteúdo (CDN, na sigla em inglês) para serviços públicos na web. Essa estrutura aumenta a velocidade, assegura a disponibilidade em picos de acessos e protege os servidores dos ataques mais primários de negação de serviço (DoS) que derrubam os sites institucionais. 

O modelo de uma CDN é semelhante ao de uma empresa de logística, que faz o estoque de uma fábrica fluir ao centros de distribuição e aos pontos de varejo, para que a mercadoria esteja sempre o mais próximo possível ao consumidor. Os “estoques descentralizados”, no caso, são os servidores de cache localizados nos pontos de acesso, como ISPs e operadoras. O uso de CDNs reduz o tempo de resposta e o custo de serviços com muitos acessos simultâneos, ou que gerem alto tráfego. Segundo o MiniCom, inicialmente a rede de distribuição de conteúdo atenderia somente no âmbito do Governo Federal, com possibilidade de se expandir como um serviço comercial.



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